sábado, 26 de fevereiro de 2011

Postado por  Jεssiicα  Piмε̲пtεl !  c੭    
Tanta coisa pra dizer. Não saber como falar. Tanto amor guardado. Essas lembranças de um passado de um ou dois meses, que abrem o chão ao meio. Tanta coisa dita, tantas promessas. Aquelas aspas em aberto que foram preenchidas de desejos e saudades e carinho e atenção. E o resumo disso tudo se transformou num vazio. Aquele amor do copo meio cheio, ou meio vazio. Aquele sem comunicação. Esse de as palavras se resumirem assim, em várias três palavras e um ponto. Esse que preenche a cabeça, a respiração, a circulação. Esse que dá loucura, falta de ar e palpitação. É, esse incondicional, ele mesmo. O de sempre, mesma intensidade, mesma vontade, ansiedade, só que numa situação diferente. Que se definem naquelas velhas três palavras e um ponto. Eu te amo. 

Jéssica Barreto
Tanta coisa pra dizer. Não saber como falar. Tanto amor guardado. Essas lembranças de um passado de um ou dois meses, que abrem o chão ao meio. Tanta coisa dita, tantas promessas. Aquelas aspas em aberto que foram preenchidas de desejos e saudades e carinho e atenção. E o resumo disso tudo se transformou num vazio. Aquele amor do copo meio cheio, ou meio vazio. Aquele sem comunicação. Esse de as palavras se resumirem assim, em várias três palavras e um ponto. Esse que preenche a cabeça, a respiração, a circulação. Esse que dá loucura, falta de ar e palpitação. É, esse incondicional, ele mesmo. O de sempre, mesma intensidade, mesma vontade, ansiedade, só que numa situação diferente. Que se definem naquelas velhas três palavras e um ponto. Eu te amo. 

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